Arquivo do mês: novembro 2016

Alô, (meu) Houaiss!

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Reprodução da página 338 da 2ª edição (revista e revisada) do míni Houaiss, ano 2004 ::: Editora Objetiva

Quedê a felicidade? Quedê a fêmea, com suas feminices e feminismos? Quedê o fêmur da fera felina? E o fedor, como defines? A febre, a fecundação? Quedê o feijão nosso de cada dia, a brasileira feijoada? O feno do cavalo, o felpudo casaco para os dias gélidos? A fenda na pele, que não cicatriza? Fenece? O gosto amargo de fel, de Gonzaguinha? Quedê o feio para se impor ao belo? O fenômeno e o feitiço, em contraponto ao previsível, ao racional? A petulância do fedelho? A fécula para o meu nhoque? A fechadura para trancar segredos? És, agora, o feitor das palavras? Mas quedê, que não existes nas próprias páginas? Ah, mas que fementido glossário!

Por Isabela Rosemback

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O peso do convívio (ou múltiplas leituras)

despair

Carregas a culpa que te escapa do saber. Talvez por saberes diferente, fio de permanência. Enquanto todos rumam à barca, tu te ancoras nas profundezas do teu ser. Finca-te seguro nos grãos que te constroem e silencia as vozes que querem de ti o que não és, nunca foste e jamais deverias ser. A conta de tua culpa é de quem te julga por negares unInsanidade. Sofreste este tempo todo à toa, pois és coisa bela. Ouça: tu te destoas da coisa toda. Desperta!

Por Isabela Rosemback

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15/11/2016 · 16:33